O restaurante universitário é um problema. Primeiro temos a
necessidade de oferecer comida a custos reduzidos, pois a média dos estudantes
universitários não é rica. Em segundo lugar, mas ao mesmo tempo o produto,
oferecido deve ser de boa qualidade, pois o estudante precisa alimentar-se bem
para enfrentar a sua formação universitária. Em terceiro, precisamos
administrar o restaurante de forma que não faltem insumos e que os recursos
humanos não fique insuficiente comprometendo o restaurante. Finalmente, em
quarto, precisamos fiscalizar as atividades para manter a higiene em níveis
aceitável para os padrões da ANVISA. Para atacar esse problema sugiro a
implantação de um Programa de Extensão Restaurante Universitário (PERU). Este
programa deveria ser coordenado pelo pessoal do curso de engenharia de
alimentos. O PERU desenvolveria 4 projetos. O projeto 1 teria como objetivo
produzir alimento com a qualidade necessária para um estudante médio
alimentar-se com qualidade para preparar-ser melhor para os estudos. O projeto
2 deveria focar a produção tradicional
de alimentos, chamando as cozinheiras dos arredores para ensinar e fixar suas
receitas . O projeto 3 teria como objetivo a administração do restaurante,
providenciando o fluxo contínuo de insumos e a quantidade necessária de
recursos humanos; expoentes do próprio setor administrativo da UEFS poderiam
coordenar este projeto. O projeto 4 fiscalizaria todo o processo: aspectos
microbiológicos, infestação de animais etc., acho que colegas do departamento
de biologia poderiam coordenar este projeto. Cada projeto do programa teriam 2
bolsas de extensão, os bolsistas de extensão, orientados pelos coordenadores
dos projetos ou seus associados, ficariam com a responsabilidade de executar os
projetos. A universidade entraria com os equipamentos necessários e com as
bolsas de extensão, como também com os recursos necessários para o contrato
terceirizados para limpeza (administrado pelo projeto 3) e para a culinária (projeto
1). O programa ofereceria relatório anual disponibilizado para toda a
comunidade Universitária. O PERU seria gratuito aos estudantes de graduação e
bolsistas IC ou ITI; o valor mínimo seria pago pela metade por estudantes de
pós-graduação e teria o valor duplicado para professores, visitantes externos à
UEFS, bolsistas DTI, pós-doutores etc. Claro que teríamos que fazer uma
resolução específica para o PERU, liberando talvez mais bolsas de extensão...
Bom, isso a Malena tira de letra...
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